Blog do Téo José

Arquivo : abril 2013

Takuma Sato é “danadinho”
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Téo José

Takuma Sato, o Samurai Voador, conseguiu na última prova em Long Beach um feito histórico. Ele ganhou sua primeira corrida e se tornou o primeiro japonês a vencer na Fórmula Indy. O significado é ainda maior porque corre na A. J. Foyt, uma equipe que vinha a mais de dez anos sem vencer – o último triunfo foi com Airton Daré em 2002.

Takuma foi competitivo na abertura em St. Petersburg e Long Beach. Dois circuitos bem parecidos com o traçado da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé. No ano passado, ele largou na última fila e chegou em terceiro – subindo ao pódio depois de ganhar 22 posições. É o piloto que mais colocações subiu, em três edições da prova.

Sei das deficiências da A J Foyt, que tem como melhor resultado por aqui, um terceiro lugar do Vitor Meira, na edição inicial em 2010. Mas apenas como palpite e pelos dados acima, vejo o Takuma como uma boa aposta para este domingo. Piloto quando obtém a primeira vitória cresce. Tira o peso das costas. Ganha mais confiança.

Dos brasileiros, Helio Castroneves é sem dúvida quem tem mais chances. Líder do campeonato e com a boa estrutura da Penske, vencedora as três corridas de São Paulo. Além disto, Helio tem estrela.

Tony Kanaan não vai estar 100% com os problemas na mão direita, devido a batida no fim da prova de Long Beach. Ele tem uma luxação e um rompimento parcial de um tendão. Ficou em tratamento, está bem melhor, mas vai correr com analgésicos fortes.

A equipe vai precisar de um pouco de sorte no acerto do carro, que ainda mostrou deficiências nas três etapas anteriores.

Bia Figueiredo corre para terminar entre os dez. Fazer apenas parte da temporada é bem complicado.

E Will Power? O vencedor das três etapas realizadas no Anhembi, tem a mão da pista e sabe como acertar seu carro para vencer de novo, mas as estatísticas jogam contra.

No automobilismo em geral e, principalmente na Indy e na F1, dificilmente um piloto vence quatro edições de uma mesma corrida de forma consecutiva.

Na Indy, não me lembro de quem tem este feito. Por isso, acho que vamos ver outro vencedor. Sei que estatísticas existem também para serem quebradas, mas acho que não vai ser neste fim de semana.


Flu e Bota na decisão da Taça Rio
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Téo José

Ontem estive em Volta Redonda, trabalhando na partida entre Fluminense e Volta Redonda. Vitória do Flu, por 4×1, e vaga garantida na final da Taça Rio com Botafogo. Foi um dos melhores jogos que vi deste Carioca e a melhor apresentação do Tricolor das Laranjeiras no ano. Finalmente lembrou o time campeão brasileiro, com saídas em velocidade para o ataque. Poderia ter sido uma goleada bem maior, se não fossem as chances perdidas e as defesas do goleiro Gati.

Lamento apenas que a boa garotada do Flu não tem tido um espaço maior. Mesmo com algumas estrelas em recuperação, a base não tem sido aproveitada como devia pelo Abel Braga. Barcelona, Bayern de Munique, Borussia Dortmund, principalmente e Real, vêm nos ensinando, jogo a jogo, há tempos que o melhor caminho, não só técnico, mas também financeiro, são os jogadores formados em casa.

No Brasil, em geral, ainda não se abriram os olhos e os técnicos de maior fama, na grande parte, são os que menos utilizam. Parece que falta paciência.

Na decisão Flu e Bota, o segundo leva a vantagem do empate e pelo que tem jogado é favorito – mesmo com a boa apresentação do primeiro na partida de ontem. O Botafogo vem de dez vitórias consecutivas no carioca e onze jogos de invencibilidade. Além dos números, temos visto em campo um time mais equilibrado. O uruguaio Lodeiro tem sido o destaque.


Philippe Coutinho merece Seleção
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Téo José

Philippe Coutinho, o ex-Vasco que foi para Europa em 2010, já está merecendo uma chance na Seleção brasileira. Hoje ele atua no Liverpool e vai mostrando o mesmo talento de quando explodiu no time carioca – ainda bastante jovem [chegou até as seleções de base]. O Pequeno Príncipe foi vendido para Inter de Milão, viveu fase de altos e baixos – mais para segunda. Atuou também no Espanyol e foi emprestado.

No começo deste ano, em janeiro, foi contratado pelo Liverpool por 37 milhões de reais. Recebeu a camisa 10 que era de Joe Cole. E em março, mostrando adaptação muito boa ao campeonato inglês, foi o destaque do time. Ontem, mais uma vez, foi decisivo na goleada de 6 X 0 em cima do Newcastle.

Philippe amadureceu, dentro e fora do campo. Até casou com uma antiga namorada. Hoje joga com mais alegria e encontrou o equilíbrio. Poderia muito ajudar a nossa Seleção que ainda não convenceu. Como nunca foi convocado por Felipão, é carta fora do baralho para a Copa das Confederações. Uma pena, porque seria um bom teste para este talento de apenas 20 anos de idade.


Indy começa sua viagem em direção ao Brasil
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Téo José

Os carros dos 25 pilotos que participarão da Itaivapa São Paulo Indy 300 Nestlé, da Fórmula Indy, no próximo final de semana no circuito de rua do Anhembi, serão embarcados para o Brasil neste domingo [28]. Além dos carros, todo o equipamento da categoria será transportado em dois aviões cargueiros que partirão de Indianápolis, nos EUA.

O material chegará no aeroporto de Viracopos, no interior de São Paulo, e na próxima segunda-feira à noite, provavelmente, será levado para as oficinas montadas no palácio de exposições do Parque Anhembi. Os mecânicos só poderão trabalhar nos carros na 5ª-feira, antes não.

Aliás, será exatamente na quinta que as atividades começam a se intensificar para a Indy no Brasil com entrevistas coletivas dos pilotos e outros eventos promocionais. No sábado, dia 4, haverá a inspeção final da pista antes do início dos treinamentos.

A Indy correrá no Brasil pela quarta vez seguida [desde 2010] no circuito de rua do Anhembi. As três edições anteriores foram dominadas pelo australiano Will Power. O piloto da equipe Penske, ainda com desempenho discreto em 2013, venceu 3 em 3.

Dos 25 pilotos inscritos, três são brasileiros: Bia Figueiredo, defendendo a equipe Dale Coyne; Tony Kanaan, que corre com um carro da escuderia KV Racing; e Helio Castroneves, da Penske, o atual líder da temporada depois de três etapas realizadas.

Meteorologia – A previsão do tempo, por enquanto, é positiva para a etapa brasileira. Tudo indica que a chuva não aparecerá na cidade de São Paulo pelos próximos dez dias. O tempo seco, tônica desse período de Outono, deve continuar até o dia 5 pelo menos.

Assim, a SP Indy 300 deverá acontecer com pista seca e sol. Os meteorologistas sugerem que as condições de clima, tanto no sábado de treinos quanto no domingo de prova, serão muito parecidas. Ou seja, chance quase nula de chuva e temperaturas entre os 16ºC e os 28ºC.

Veja a programação da Indy no Brasil


Desenvolvimento das equipes na F-1 e os pneus
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Téo José

A Pirelli não pretende fazer mudanças nos seus compostos macios e médios. A possibilidade está em mexer nos duros. Uma pena. Vamos continuar tendo nos boxes e táticas as definições da maioria das corridas.

Os pneus chiclete e as inúmeras trocas vão ser o enredo das próximas corridas. Bom para Lotus. Pior para McLaren e Mercedes. O time inglês está preparando muitas mudanças no projeto para o GP da Espanha, no próximo dia 12. Por lá dizem ser um [quase] novo carro.

As modificações são tantas que tem gente dentro do time do Button afirmando que se não derem resultado é melhor pensar no carro de 2014. No fundo vejo um exagero nisto, mas o clima anda pesado e a grana mais curta do que no passado.

A equipe Red Bull continua o seu desenvolvimento normal, está preocupada com o desgaste, mas pelo menos sabe que tem um carro rápido. Precisa de um ritmo um pouco melhor de corrida, principalmente com os pneus macios.

A Ferrari é o contrário. Quer um carro mais rápido na classificação e, em algumas situações, tem sofrido com os compostos traseiros. Terá modificações aerodinâmicas para a corrida espanhola.

Vejo que a temporada começa mesmo no mês que vem, porque até agora não apareceu uma equipe favorita. Destas que falei, descarto a McLaren. E a Lotus corre por fora, apostando na confiabilidade e constância.


Agora quem dá bola é a Alemanha
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Téo José

Não é de hoje que Bayern de Munique e Borussia Dortmund vêm jogando um futebol de encher os olhos. Times que apostaram na formação de jogadores e fazem as chamadas contratações pontuais. Uma expressão da moda, mas que por lá não fica só na boca. As duas equipes, que saíram com boa vantagem nos jogos de ida das semifinais da Liga dos Campeões, são a base da seleção. Por isso mesmo coloco a Alemanha neste momento como a grande favorita para Copa do Mundo. O trabalho de renovação, que começou em 2006, já mostrou um bom resultado em 2010, está pronto para alcançar o seu objetivo maior.

O bacana de ver estes times jogarem [e a própria seleção] é o estilo de jogo. Todo mundo marca forte. Não tem este papo de que atacante não participa sem a bola. Tanto que o vice artilheiro da competição, Lewandowski do Borussia, era até os jogos desta semana o jogador que mais faltas fazia. Mostra bem que não fica apenas cercando.

Além disto, são equipes que sempre querem o gol. Em todas as partidas o Bayern, principalmente, não tira o pé. Marca o campo todo e com a bola parte pra cima com velocidade. Os jogadores também gostam de driblar de encarar o adversário. Algo tão raro nos jogos que vejo por aqui. Cada vez mais.

A Alemanha está mostrando um futebol eficiente e bonito. O papo de jogo fechado, saindo na boa, já era. O Bayern marcou 34 gols nos últimos sete jogos, vinte nos últimos quatro. São números que não me deixam mentir. Volante nestes dois times sabem, sobretudo, sair jogando. Não tem mais brucutu. Que por aqui é uma praga cada vez mais presente.

Vocês viram que só falei um nome de jogador. Porque hoje o mais bacana no que estamos observando são esquemas de jogo, modernos e com a beleza de um bom trabalho de marcação e principalmente com a bola nos pés. É muito bom ver equipes assim. Que deixam os jogos com cara de espetáculo.

Vida longa para Alemanha, que lembra um futebol bonito que já foi praticado por estes lados.


Lesão não desanima Tony para SP Indy 300
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Téo José

Tony Kanaan fez exames nesta segunda-feira e constatou que está com uma luxação na mão direita e um rompimento parcial dos ligamentos em razão do acidente que aconteceu nas voltas finais do GP de Long Beach, da F-Indy, disputado no último domingo.

O local, a mão, ainda está bem inchado e dolorido para alguns movimentos. Mas isso não tira a motivação do brasileiro para a etapa do Brasil [Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé], próxima corrida do ano, que acontece dentro de duas semanas.

“Em 2003, eu corri com o braço quebrado em Indianápolis e cheguei em terceiro”, falou o piloto. Tony entende que estará em condições de participar normalmente dos treinos da SP Indy 300 – dia 4 de maio – mesmo sem estar 100% recuperado.

Kanaan também comentou que nunca se sentiu tão bem preparado – em termos psicológicos e emocionais – para correr a etapa do Brasil. “Estou com bastante otimismo”, falou. O piloto nunca conseguiu um grande resultado no Brasil e pretende reverter isso.

Em três participações na SP Indy 300, Kanaan conquistou um 10º lugar, uma 22ª posição e uma 13ª colocação – respectivamente desde 2010. Nesse ano, o piloto chega no Brasil em 12º lugar no campeonato [59 pontos] e o líder da temporada é Hélio Castroneves [99].


Semifinais da Liga dos Campeões: vai começar o espetáculo
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Téo José

Amanhã, na Arena Allianz, em Munique, começam as semifinais da Liga dos Campeões da Europa. Bayern recebe o Barcelona. E no dia seguinte, no Signal Iduna Park, o Borussia Dortmund pega o Real Madrid. Na verdade vão estar em capo as bases das duas melhores seleções da atualidade: Alemanha e Espanha.

Só que é muito mais do que isto. Nestes confrontos teremos 112 jogadores inscritos representando 23 países. São 39 espanhóis, 38 alemães, 12 brasileiros, quatro argentinos, quatro franceses, três portugueses, três croatas, três poloneses e dois australianos.

Com um representante apenas temos o Chile, México, Peru, Camarões, Bélgica, Suíça, Holanda, Ucrânia, Áustria, Gana, Dinamarca, Turquia e Sérvia. Poderíamos dizer que uma seleção do mundo, ou mesmo duas, estarão se apresentando.

Doze da relação dos 23 melhores do mundo, na eleição da FIFA, vão se enfrentar. Entre eles, os quatro primeiros no resultado final: Messi, Cristiano Ronaldo, Iniesta e Xavi.

O futebol alemão vive um grande momento, os times estão fortes economicamente, estádios lotados e a nova geração vai chegar ao Brasil com objetivo de titulo na Copa do Mundo e tem todos os requisitos para isto.

Só que desde a conquista do Bayern na Liga, em 2001, não sabe o que é ter uma equipe como a melhor da Europa. Tá certo que tem batido na trave, mas ainda não levantou o troféu nestes últimos 12 anos.

Palpites – Vejo que o momento para quebra deste jejum está próximo. Nem a Mãe Diná acertaria com segurança o vencedor. A maioria aponta o Barcelona e tem bons motivos para isto.

Como palpite vou para o outro lado. Sou Fã da forma de jogar do Bayern. Vejo esta quase base da seleção germânica com um futuro maravilhoso e, por isso [repito: como palpite], aponto o Bayern como favorito.

Como curiosidade, estarão se enfrentando o ex-time do Pep Guardiola e o futuro time do técnico. O triunfo seria um prêmio para o atual Jupp Heynckes, que tem feito um trabalho maravilhoso. Seria interessante o técnico campeão, não por sua vontade, ser substituído.

Do outro lado fico com o Real. Não joga tão bonito como Bayern e Barcelona, mas tem um futebol eficaz e o Cristiano pode sim desequilibrar. Tem tudo para ser o artilheiro da Liga e quem sabe bater a marca do Messi de 14 gols – feitos na edição passada. Hoje, ele tem 11.

O jogo na Band vai ser Bayern e Barcelona, nesta terça. A bola rola 15h45. Mas estaremos no ar desde às 15h00 com um programa especial.


Takuma vence e faz história. Helio ainda é líder
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Téo José

Takuma Sato, o ‘samurai voador’, entrou para história da Fórmula Indy. Ele venceu o GP de Long Beach, nesse domingo, seu primeiro na categoria e também a primeira vitória de um piloto japonês na série norte-americana.

Ele já estava merecendo e o feito foi ainda mais impressionante porque que ganhou com carro da pequena equipe A. J. Foyt. Foi a primeira vitória do time desde a temporada de 2002, quando Airton Daré ganhou no Kansas.

Takuma alinhou em quarto no grid, foi bem na largada e relargadas. Manteve um ritmo forte na liderança.

Helio terminou em 10º lugar, depois de toque e troca de bico. Não teve nunca um bom rendimento. Menos mal que a posição de chegada e os problemas de Ryan Hunter-Reay e Scott Dixon ainda o deixam como líder do campeonato. Vai chegar assim na etapa do Brasil.

Tony Kanaan era o quinto até o finalzinho, quando foi ultrapassado por Oriol Serviá, na penúltima volta, forçou a barra e bateu na barreira de proteção. Prejuízo total. Poderia ter saído da Califórnia com a quinta colocação na classificação.

Foi uma corrida interessante até as últimas voltas, quando as coisas se acomodaram e tivemos poucas disputas. A brasileira Bia Figueiredo terminou em 14º lugar.

Agora é pensar em São Paulo. Os carros da categoria vão para Indianápolis e embarcam, no próximo fim de semana, com destino ao aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo.

E você viu a prova? Gostou?

Resultado:

1.Takuma Sato – AJ Foyt, 80 voltas
2.Graham Rahal – Rahal Letterman Laningam, a 5.3612
3.Justin Wilson – Dale Coyne, a 8.2386
4.Dario Franchitti – Ganassi, a 12.3573
5.JR Hildebrand – Panther, a 28.2402
6.Oriol Servià – Panther DRR, a 29s4683
7.Marco Andretti – Andretti, a 30.2703
8.Simon Pagenaud – Schmidt Hamilton, a 31.8674
9.Simona de Silvestro – KV, a 33.1224
10.Helio Castroneves – Penske, a 33.4118
14.Bia Figueiredo – Dale Coyne, a 36.3442
20.Tony Kanaan – KV, a 2 voltas


Vettel passeou e Pérez deu show
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Téo José

O GP do Bahrein teve dois nomes: Sebastian Vettel, que passeou, assumiu a ponta e abriu… abriu e Sergio Pérez que, com uma McLaren, protagonizou os melhores duelos da corrida – com Button e Alonso principalmente. Em uma fase de desgaste absurdo de pneus e este papo de asa móvel, sem quem está na frente possa se defender, apenas aceitar a maior velocidade de quem vem atrás nas retas, é muito bom ver gente que quer passar em qualquer lugar e jogando duro. Mesmo que corra grandes riscos.

Este é o automobilismo que gosto. Como foi também no finalzinho entre Hamilton e Webber, com vantagem para o inglês. A McLaren tem o pior carro das grandes e, por isso, a sexta posição do mexicano, que ainda é um piloto verde, apenas uma promessa que tem muito que aprender, foi um ótimo resultado. Tomara que não perca esta essência de sempre querer passar.

Paul di Resta com a Force India também se destacou, foi o quarto. A Lotus também apareceu bem, depois do Vettel, com Räikkönen em segundo e Grosjean em terceiro. É a equipe que menos gasta pneus e nesta fase de desgaste total dos compostos isto vale muito. Não gosto disso. Com tantas paradas pode-se nivelar mais embaixo. Mas é a realidade atual.

Fora isto, os problemas da Ferrari. A asa traseira do Alonso deu defeito. Abria e não fechava. Precisou entrar nos boxes e não mais abri-la. Felipe, após um toque na largada, teve problemas no bico e depois desgastou demais os pneus. A tática de sair com os mais duros não serviu para nada. Ele também precisa rever a tocada ou acerto. Está gastando muito os compostos. Bem mais que seu companheiro.

Vettel já tem boa gordura na liderança do campeonato, o que vai ser importante quando for preciso usar muito os compostos macios e super macios — com os quais a Red Bull ainda tem problemas. Hoje são 10 pontos de vantagem para Kimi.

Foram, sim, muitas ultrapassagens a maioria na reta. Sem boa opção de defesa para quem está na frente, por causa desta história da asa. Por isso gostei muito do Pérez. Que continue assim, vida longa ao seu espírito.

Veja o resultado aqui